segunda-feira, 23 de novembro de 2009

2012: FIM ou COMEÇO?


Precisar datas para possíveis acontecimentos futuros é algo bastante pretensioso. Não é tão relevante saber se 21 de dezembro de 2012 é mesmo a data em que se cumprirá a profecia Maia tema tão em evidência no momento. Mas que estamos bem próximos de grandes acontecimentos que irão mudar definitivamente a humanidade e o mundo não resta dúvida.

O momento é de transição. A Terra prepara-se para ser promovida na hierarquia dos mundos de planeta de prova e expiação para planeta de regeneração. Em princípio, a mudança parece não ser significativa. Mas essa mudança implica dizer, por exemplo, que, na Terra, não nascerão mais espíritos moralmente atrasados a ponto de agredir e até matar o seu semelhante.

Se acompanharmos apenas os noticiários teremos a impressão de que o mundo e a humanidade estão cada vez pior. Não é verdade. Basta que procuremos nos informar sobre a vida de nossos vizinhos, de nossos colegas de trabalho ou de estudo e, certamente, encontraremos o exemplo de alguém que possui uma bonita história de superação, que se dedica a alguma causa humanitária, que realiza algum trabalho benemerente; alguém que apesar de todas as dificuldades que a vida lhe impõe, estuda e trabalha, em seu benefício e da sociedade.

Mas estas pessoas dificilmente se acham nas manchetes dos jornais, porque fatos realmente relevantes como esses não merecem a devida atenção da mídia, porque nesta, em todos os seus setores existe a crença de que notícia ruim é a que vende. Quem estabeleceu essa crença? E por quais razões? São exatamente os espíritos atrasados, egoístas que abominam o progresso espiritual da humanidade e tudo fazem para detê-lo. Porque eles são parasitas que ao invés de trabalharem vivem do sangue alheio. São infelizes, embora não admitam.

Ao longo do tempo, sobretudo, com o advento da revolução industrial e o desenvolvimento dos meios de comunicação, esses espíritos atrasados estabeleceram uma cultura de consumo e competição. E através dessa cultura, introduziram crenças e conceitos, cujo único objetivo é incutir na cabeça do ser humano de que ele é um derrotado e sua redenção passa pelo sofrimento.

Mas assim como há peixes que escapam das redes há seres humanos que, por meio de sua condição moral, sua capacidade intelectual, seu trabalho e esforço não se sujeitam a essa condição de vida humilhante e prosperam. E mesmo assim, muitos não são compreendidos. Alguns terminam na fogueira. E outros, pendurados na cruz de cabeça para baixo.

A maioria de nós está entorpecida pela crença de que para ser feliz é preciso ter. E quando não se tem é motivo para se sentir menos que os outros, desvalorizado, diminuído, infeliz. Mas ter exatamente o quê? Coisas perecíveis ao tempo, às circunstâncias? Quantos cristais não foram destruídos nas casas das famílias européias durante as noites de bombardeio durante a Segunda Guerra Mundial? Os cristais choraram a dor daquelas pessoas?

Um instante de reflexão, e será possível entender que espírito é o que somos não é o que temos. Nós somos espíritos. E estamos humanos. Estamos, porque essa é uma condição temporária. E daqui partiremos. Alguém conhece uma pessoa que tenha 200 anos? Um cavalheiro ou uma dama da corte portuguesa que, fugida de Napoleão, chegou ao Brasil em 1808?

Portanto, se estamos apenas de passagem pela Terra, significa que ela, ao contrário do que muitos acreditam, não nos pertence. Se um morador deixa a casa dele sob os cuidados de um vizinho durante um período de ausência, este será o responsável pelo que venha a acontecer com a casa? Ou não?

É mais ou menos a situação da humanidade em relação à Terra. Muitos aqui já estiveram antes de nós. E outros muitos virão depois de nós.

Se o proprietário da casa retorna e a encontra em desordem, suja, destruída, o que pensará e que atitude tomará em relação ao vizinho que ficara responsável pela guarda da casa?

Humildade jamais foi o forte do ser humano. Ele obtém uma conquista, adquire um conhecimento, supera um desafio e já se sente grande coisa, o maior de todos, ou pelo menos o maior e o melhor dentre os seus. Porque, qual de nós ao depararmo-nos com uma situação exitosa lembramo-nos Daquele que, enquanto aqui esteve, jamais usou de sua condição de superioridade, de suas prerrogativas, nem mesmo para se salvar. E era, Ele sim, o maior dentre todos. E deixara isso bem claro quando dissera que antes de Abraão ter sido Ele já o era.

Se os Maias profetizaram Ele revelou o significado de tais acontecimentos ao afirmar que não passará a humanidade antes que essas coisas aconteçam.

Orgulho, sempre foi uma pedra no sapato da humanidade. Afinal, temos um modelo a ser seguido e o ignoramos. E muitos outros vieram depois para reafirmar o que Ele já dissera. E nem assim levamos em conta.

Deus é o dono do jardim e da semente. Mas Jesus é o seu mais fiel e laborioso jardineiro. E Jesus não planta jamais em apenas um lugar. Num olhar de relance em todas as épocas, civilizações e acontecimentos da humanidade, se encontrará alguém que faz e fala em nome Dele. Porque o candeeiro não deve ficar sob a cama, sua luz deve iluminar a todos. Jesus é o capitão de uma nau que navega em águas turbulentas, mas tem corda e bote suficiente para todos os tripulantes. E mesmo assim, muitos se afogam. Por ignorância e por vontade própria.

Dois mil e doze? Transformações? Sim. Elas já vêm acontecendo há muito tempo. Antes, imperceptíveis, agora, mais sentidas, porque mais contundentes. Podem os espíritos atrasados, os parasitas entorpecerem a mente humana a ponto de neutralizarem a sua vontade. Mas nada podem com as forças da natureza. A casa chamada Terra tem dono: Deus. E tem quem cuide dela: Jesus, e os seus. E nós, náufragos e degredados, devemos parar de nos inebriarmos com o brilho das estrelas e o encanto da lua, e pegarmos logo um bote. Porque a noite é longa, a água gelada e o mar infinito. Não para aqueles que querem porque sabem que podem alcançar a ilha paradisíaca.

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