sexta-feira, 27 de novembro de 2009

IRÃ, EU CONTRA.


Ônus que se paga por viver em um mundo globalizado? Talvez. Independentemente de qualquer interesse político e econômico, é questionável a visita ao Brasil do presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad . A recusa do Brasil em votar a censura ao Irã pela Junta de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) ao contrário do que fizeram Grã-Bretanha, França, Alemanha, Rússia, China e Estados Unidos também gera preocupação, conforme o professor José Goldemberg, ex-secretário brasileiro de Ciência e Tecnologia. O Irã, contrariando a tendência mundial desenvolve um condenável Programa Nuclear cuja finalidade pairam dúvidas e coloca em alerta a comunidade internacional. Triste é ver o Ministro das Relações Exteriores Celso Amorim tentar justificar a ilustre e inconveniente visita de Ahmadinejad ao Brasil alegando a importância e o papel fundamental do Irã no Oriente Médio. Curioso é que para tomar decisões com interesses obscuros não se pede a opinião do povo. Os governos passam. A nação permanece. E é sempre a nação quem paga pelos pecados de seus governantes. O tempo dirá.

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