quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

LA ALMA FUERTE. E ETERNA.

A última vez que a vi foi na Feira do Livro Espírita há alguns dias, no Jardim Público. Só agora entendo aquele olhar distante. Era uma despedida. Vá em paz, Sandra. A morte não existe para nós espíritos, que é o que somos, e não o que temos. Que Deus continue a iluminá-la La Alma Fuerte. Siempre.

Foi-se quem amava como poucos o que como poucos sabia fazer tão bem: dançar.



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