domingo, 13 de maio de 2012

MINHAS DÍVIDAS COM MAMÃE


Precisei de 22 anos para entender porque eu jamais tiraria a sorte grande em bilhetes de loteria, sorteios ou algo parecido. Seria pedir demais e algumas pessoas que sabem um pouco da minha história iriam me achar um privilegiado e até duvidar da justiça divina. Sim, porque depois de ter a Dona Alzira como mãe que sorte melhor eu poderia ter, não é mesmo?
Mas se o assunto é sorte, lamento senhoras e senhores invejosos, mas a minha foi mais além. Ainda que eu não merecesse, devo admitir. Porque depois que Dona Alzira se foi, dona Leonor, minha avó, me tratou como se fosse não apenas o seu neto, mas, o seu filho. O mais novo, digamos assim.
Acham que estou exagerando? Melhor sentarem-se, queridos desafetos, porque saibam que tenho uma irmã, 11 anos à frente no calendário da vida, que já fez por mim algo que só mesmo uma mãe faria. E à parte, as nossas diferenças de cunho filosófico, dona Eleonora, futura vovó, também mora no meu coração. Sossegue Dona Alzira, estamos bem!
A todas, um beijo, minha gratidão e Feliz Dia das Mães.

Um comentário:

  1. Que linda homenagem, tão simples mais de uma doce sensibilidade...Amei...Paaarabéns, acho que as mães merecem sempre todas homenagens possiveis, eu, porém continuo em débito com a minha...um dia, quito essa dívida...rsrs...

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