quarta-feira, 31 de outubro de 2012

"A TARDE DEMORA A PASSAR" JÁ ESTÁ DISPONÍVEL NO SITE DA EDITORA LEXIA.

Nosso livro de estreia "A TARDE DEMORA A PASSAR" já pode ser adquirido no site da Editora Lexia. 
Sobre a obra e como adquirí-la: Acesse: http://www.editoralexia.com/a-tarde-demora.html

terça-feira, 30 de outubro de 2012

DIVULGANDO O LIVRO A TARDE DEMORA A PASSAR, NA RÁDIO EXCELSIOR JOVEM PAN

Estivemos dias atrás, nos estúdios da Rádio Excelsior Jovem Pan de Rio Claro, do Grupo JC, onde fomos muito bem acolhidos pelo jornalista Jorge Neves que nos recebeu para uma entrevista no Programa Jornal da Manhã, por ele apresentado. Na oportunidade, estivemos divulgando o nosso livro recém lançado pela Editora Lexia, "A TARDE DEMORA A PASSAR", Confira o Podcast. Aqui o link: http://jornalcidade.uol.com.br/rioclaro/radiojp/jornaldamanha/97293-Autor-Geraldo-Costa-Jr-fala-sobre-livro-a-Radio-Excelsior

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

PUBLICADO


INFORMO EM PRIMEIRA MÃO AOS AMIGOS:
A TARDE DEMORA A PASSAR
Livro de Contos e crônicas de Geraldo J. Costa Jr., 1ª. edição publicada.
Lançamento da Editora Lexia (http://www.editoralexia.com/)
Adquira o livro na Livraria TEXTO & CIA, à Av. 7 c/ Ruas 1 e 2, No. 101, Centro, Rio Claro/SP, ou nos próximos dias, no site da editora (link acima).  Também diretamente conosco, contato pelo fone: (19) 8146-7407 ou pelo e-mail: jcostajr2009@gmail.com.
Abraço! Grato pela atenção. Saúde e paz, hoje e sempre.
Geraldo J. Costa Jr.

sábado, 13 de outubro de 2012

O MISTÉRIO DA ESCRITA


Às vezes, tudo o que se vê, sente e pensa, não chega ao alcance da mão. Perde-se na indiferença de uma mente preocupada, um coração partido. Não chega a ser palavra. Termina sendo vontade, apenas.
Lápis, papel, caneta ou computador para escrever. E, por vezes, sangue. E, em todas, suor, pelo esforço do qual jamais se prescinde, e pelo resultado, que, na maioria das vezes, jamais virá, do modo como fora pretendido.
De fato, a ideia de que a escrita é um mistério é instigante e perturbadora. Quando verdadeira, a escrita se faz por si mesma. 
Para alguns, quase sempre, a inspiração é uma parede que precisa ser derrubada a murros e pontapés. É necessário destruir a inspiração para encontrar a verdade. E muitas são as ocasiões em que se fica bem próximo de se destruir a si mesmo, ainda que a verdade não seja encontrada.
Mais do que formar ideias o caminho mais curto para escrever ficção é se deixar envolver pela atmosfera onde tudo acontece.
Há os que se acreditam espertos. Evitam ou querem driblar a inspiração, querem aprisioná-la em uma camisa de força chamada razão, organização, sanidade ou qual seja lá o nome que se dê a isso. Mas esse método não se aplica ao processo de criação da ficção literária que justamente ocorre no primeiro momento, o grito primal de uma aspiração que anseia se transformar em texto para ser entendida, embora jamais, por melhor seja o escritor, essa aspiração será sentida em toda a sua plenitude pelo leitor. Ainda que a inspiração adquira inúmeras e tantas quantas formas forem necessárias, na visão e no modo de compreendê-la por parte do leitor.
Nem o ser humano, entretanto, com toda sua capacidade, filho de Deus que é, nasce pronto. E um espírito, que é o que somos, depende de uma infinidade de existências para se tornar perfeito. Por que o miserável de um texto, nascido da imaginação e da percepção humana de captar a realidade a sua volta ou aquela que se lhe oferece, seria diferente? Ele precisa ser aceito, compreendido, formado e aprimorado. Aprimorado, sempre. Ou até que o escritor dele se canse ou se reconheça incapaz de aprimorá-lo mais.
Pode valer muito a pena deixar a inspiração fluir do modo como se apresenta e na atmosfera em que se apresenta. Deixar-se levar pela onda, penetrar a tal atmosfera, e só depois, cortar, acrescentar, organizar e esculpir uma face, um perfil próximo à realidade e à verossimilhança do almejado texto que se produziu.
Escrever é um caminho que se percorre solitário. Entretanto, é preciso ter um norte que oriente, um destino como objetivo. Por isso, o escritor que não tem os seus mestres caminha às cegas.
Atualmente, parece até heresia, tolice ao extremo cultivar ídolos. Eles são referências, mas não devem ser a essência do trabalho de um escritor. Toma-se o que eles têm de bom a oferecer. Toma-se sem medo, sem pudor, toma-se simplesmente e se desconstrói tudo isso e a partir daí se forma outra coisa, ao feitio da crença e da vontade do próprio escritor. De modo que o ídolo lá estará, mas não irá aparecer.
Só se encontra e só se percorre o caminho com quem já conhece o caminho.
Torna-se bom romancista também lendo poesia. Porque nela está a essência de uma história; está a sua alma.
A poesia é a síntese da verdade contida. Sugerida, mas não exposta. Que seduz e encanta, porque revela sem desnudar-se.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

QUANDO O MUNDO PAROU


Pode parecer excesso de pretensão e romantismo, bem ao feitio do sujeito que motiva a construção destas linhas. Mas foi num dia como este do calendário que todo ano se repete que, para mim, o mundo parou. Por um instante, é verdade, porque só o amor conhece o que é verdade. E como ainda não conheço o distinto e desejado senhor cobiçado por todos (os românticos, feito eu, principalmente), a verdade, bem, a verdade é que a verdade eu também desconheço.
Lembro que fui à banca de jornal, um hábito de infância herdado de meu pai, e eu tinha já 26 anos, estava casado, mal empregado, ganhando pouco, dispondo, portanto, de poucos recursos e de muitas responsabilidades. Era o terceiro mês da minha heróica resistência. E eu tinha quase que a absoluta certeza de que não seria recomendado para o seleto grupo dos “felizes para sempre” nem mesmo com um empurrãozinho ao final de 90 dias, a serem completados dali a 8 dias, sim 8  dias, do contrato de experiência matrimonial, que, por uma daquelas sandices da vida a gente acaba se sujeitando, mais por motivo de manter as aparências, o orgulho intacto, por não ser taxado de irresponsável por familiares, amigos, parentes e a sociedade, essa gente bacana que se acha no direito de dar palpite na vida da gente. Muito mais, devo admitir, por medo do castigo dos céus, o divino castigo. Donde já se viu rejeitar um filho? Agora eu já estava casado! Casado! Eu! Isso não era mesmo uma maravilha?!
Então, entre um olhar e outro nesse ou naquele jornal disposto na banca, a revista sobre filosofia que a grana não permitia comprar, a revista de literatura que a mistura do dia transformava em meio quilo de uma saborosa carne moída de segunda com batatinha e molho de tomate. A expectativa do filho, eu achava que seria um filho, e não estava completamente errado, quanto a isso, agora eu sei, que nasceria segundo os médicos dali a mais ou menos, mais ou menos... mais ou menos 60 dias. Que alegria! Um filho! E ele não teria nome de santo. Teria nome francês. Teria vida em abundância. Como eu temia que não tivesse! Afinal, esse é o nosso mundo, era o meu mundo, onde tudo acontecia de modo desordenado, ou simplesmente não acontecia. E antes que eu envelhecesse dez semanas, resolvi que precisava de companhia. Nada mais que companhia. Queria continuar tendo uma cama só pra mim. E dividi-la vez em quando com a companhia.
E de pensar nisso tudo, às vezes, acaba se pensando demais, sabe. E acho que esse sempre foi o meu grande erro.
Agora que já entreguei o alvo e a artilharia, e que disse adeus às armas, com dignidade, eu acho, acho que pela primeira vez nessa sucessão de existências mal resolvidas, que ainda não me apresentaram a dama felicidade, agora eu percebo, na verdade, eu tenho certeza como jamais tive até então, que naquele dia e naquela hora, foi quando o mundo parou. Para mim ao menos. Porque naquele instante, percebi tudo o que eu havia perdido: pouca coisa. E tudo o que eu jamais tivera: muita coisa. E tudo o que eu jamais teria: tudo.
O cara se chamava Renato, mas para a moça da banca de jornal, era apenas o cara da Legião.
Morto aos 36 anos, disse ela.
Lembrei-me que os bons morrem antes. E eu me achava mesmo muito bom.
Que idade ótima pra dizer adeus. – pensei.
Não acho! – disse a moça da banca.
Achei que havia pensado alto demais.
Fiquei olhando para a moça da banca de jornal. E de repente, me lembrei que, muitas vezes, eu percorrera o trajeto nem tão longo e tão cedo assim, entre a casa onde eu morava e a banca, pensando num modo de lhe dizer o quanto a admirava. Um modo sugestivo sem ser depreciativo de elogiar o seu novo cabelo; a roupa que vestia; o seu olhar: meigo, distante que em certos momentos, faziam o mundo à minha volta parar.
Então, naquele 11 de outubro de 1996, o mundo parou uma última vez, para um sujeito chamado Renato, o cara da Legião, segundo a moça da banca de jornal. E para um sujeito, metido a escrever ficção, que aos 26 anos, casado, dali a 60 dias, mais ou menos, seria pai.

domingo, 7 de outubro de 2012

PÁGINA AVULSA DE UM CADERNO DE NOTAS


E se deu conta de que o livro já estava fechado, esquecido num canto da sala à espera de melhor sorte.
Lembrava-se que, pela manhã, explicara ao amigo Orlando o método de escrita do qual se utilizava quando indagado sobre o que significava “o som do silêncio é a voz da solidão”, escrito em meio à parede suja, ao lado da mesa onde ficava o computador.
Por isso algum desconforto lhe causava a promessa que, instantes atrás, fizera a si próprio antes mesmo de chegar à casa onde morava. A promessa de nunca mais escrever. Ou ao menos até que desse um jeito na vida, arrumasse outro emprego, mais decente e melhor remunerado.
Talvez o doce de abóbora comprado no bar do Bolinha minutos antes o ajudasse a dar um jeito na situação. Entreter-se-ia com o doce e quem sabe a vontade de escrever passasse, fosse buscar outro desocupado, um idiota mais solícito e disposto a lhe dar um minuto de atenção.
Mas não era aquele um doce de abóbora feito ao que a Dona Lola, sua avó paterna fazia com braço forte e uma colher de pau num tacho que as madames de hoje em dia chamam de panela. Era apenas um doce de abóbora empacotadinho que por R$1,00 facilmente se compra em qualquer bar ou lanchonete.
Por isso não servira como pretexto para que resistisse à vontade de escrever. Não queria escrever. E por qual maldita razão levara para a sala algumas folhas de rascunho presas a uma prancheta e uma esferográfica azul e que, ao alcance de sua mão estivera, o tempo todo em que sentado desleixadamente no sofá à luz de uma lâmpada de 60 watts emprestada de seu vizinho, tentara ler o livro agora sim, esquecido definitivamente num canto da sala?
E as ideias orbitavam a sua mente, num balé sedutor e ordinário de idas e vindas, disposto a atormentá-lo enquanto não se decidisse entre a prancheta, as folhas de rascunho, a esferográfica azul e a tela e o teclado do computador, que deixara ligado na sala ao lado, pra que de longe pudesse ouvir a sua banda de rock favorita que há muitos anos deixara de existir.
Aliás, em sua opinião, a vida humana devia ser exatamente igual a uma banda de rock, ou seja: dar o seu recado e tchau.
Mas as pessoas querem ficar, querem continuar e se estabelecer, porque em sua tola ingenuidade se acreditam nascidas para isso, para este lugar, onde todos nascem chorando e morrem fedendo, geralmente.
Menos ele. Porque ele não pensava dessa forma. Pensava diferente. Porque certa vez sonhara que chegara à este mundo algemado, dentro de um veículo bacana, grande, todo jeitoso, escoltado por dois brutamontes uniformizados e nada simpáticos. Era um homem alto, de cabelos pretos, de bigode e magro. E reconhecera-se naquele homem. Mas aquilo era apenas um sonho, não era uma lembrança. Não poderia ser. Já não poderia ser. Porque na tarde daquele mesmo dia que finalmente chegava ao fim, o livro continuava esquecido num canto da sala. E ele decidira que tudo voltaria a ser como antes.
Era aquele o momento de encerrar mais uma etapa. Iniciar outra. Com o resto de força que lhe restava. Botar a mochila nas costas como sempre fizera. E seguir adiante. Ciente que a terra não tem fim, mas a trajetória tem.
Fazia três anos que descobrira que a vida não começa não aos 40. A vida não começa porque não termina. É uma coisa só e não se encaixa em filosofia, doutrina nenhuma, embora todas elas, algozes que são, tentem aprisioná-la.
Era aquele um livro de Fernando, agora esquecido em um canto da sala. Aquele em que o poeta diz... 
Não que concordasse com Fernando. Considerava-o na verdade, um nojento, esnobe e sovina. Mas com ele perdera algum tempo, em uma tarde de domingo recente, que passara boa parte, sentado no banco da Praça de Santa Cruz, antes que fosse completamente cercada por grades. Era uma tarde de domingo, bem se lembrava, domingo dia dos pais. E quando os sinos acusaram cinco horas, surgiu Viviane com seu sorriso habitual e um presente que lhe oferecera cheia de alegria e entusiasmo com estas singelas e inesquecíveis palavras: Feliz Dia dos Pais, paizinho.
Este poderia ser um motivo para preencher a tela ainda vazia do computador.
Poderia ser a primeira frase, porque naquele momento, era a mais verdadeira possível.
Mas ele não queria mais escrever. Fosse ao teclado e na tela do computador, nas folhas de rascunho presas a uma prancheta, com o lápis como de hábito ou com a esferográfica azul, como nos tempos de escola, quando matava aula as sextas à noite, pra ir ao cinema, voltar pra casa, trancar-se no quarto e escrever enquanto seus pais dormiam, imaginando que aquele filho iria levá-los à forra, vingá-los das maldições que a vida lhes acometera.
Nada disso.
Poderia repetir essa única frase por dez vezes seguidas e outras tantas quantas fossem necessárias. E realmente, durante toda a sua adolescência e juventude, esta frase estivera em sua mente, a cada instante: Nada disso.
Primeiro porque já ardiam seus olhos. Segundo, a única calça que encontrara limpa no armário o impelia ceder à natureza antes que fosse tarde.
Talvez voltasse minutos depois e o rosto lavado de suor, para diante da tela do computador, onde a sua banda de rock favorita continuava a tocar.
Mas certamente, o livro, aquele, continuaria esquecido em um canto qualquer da sala, ao lado das folhas de rascunho presas a uma prancheta e da esferográfica azul ao alcance de sua mão, igualmente esquecida. Para sempre.

*Crônica publicada no Jornal Aquarius, edição No. 105, Outubro/2012 e no site Autores. Aqui o link: http://www.autores.com.br/2012100757125/cronicas/cronicas/pagina-avulsa-de-um-caderno-de-notas.html

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

RETA FINAL DA CAMPANHA ELEITORAL


Chega-se a reta final da campanha eleitoral em Rio Claro e o cenário é de incerteza para três dos candidatos ao cargo de prefeito e de descrença para o eleitor. Tem-se a sensação de que vencida a batalha, independentemente do vencedor, ela terá acontecido mais no “tapetão”, nos bastidores, do que democraticamente, através da vontade do povo expressa no voto, que, ao que tudo indica será sufragado nas urnas mais por dever cívico, desencargo de consciência, falta de opção melhor, do que por convicção. De todo modo, entende-se que o voto do eleitor rio-clarense, aqueles que se dignarem a exercer o seu sagrado direito de escolha virá com a mancha indelével da desconfiança.
Não houve embate de ideias entre os candidatos durante a campanha eleitoral. Problemas que se parecem insolúveis, como o da mobilidade urbana, logo Rio Claro terá mais veículos motorizados que pessoas, simplesmente foi posto de lado. O mesmo se deu em relação à saúde e educação pública que continuam a desejar e não atende às expectativas dos contribuintes.
Os candidatos mais se preocuparam em assegurar suas candidaturas na Justiça do que elaborar um projeto viável e realista para um eventual futuro governo ou expor de modo claro e objetivo e providos de sensatez ao eleitor, o que pretendem realizar em benefícios da população, se eleitos.
Foram feitas as mesmas promessas megalomaníacas de sempre, sem apontar de onde virão recursos para levá-las a cabo.
A pobreza de ideias e argumentos por parte de situacionistas e oposicionistas, se é que existe mesmo oposição política em Rio Claro foi evidente. Os primeiros dizendo-se o máximo, os segundos tentando convencer o eleitor que podem fazer ainda melhor. Difícil acreditar em falácias dessa natureza quando se tem conhecimento, por meio da imprensa, de uma dívida em torno de R$270 milhões que pesa sobre os ombros de Rio Claro, sem que a população saiba exatamente qual sua origem e produzida por quem.
O mais do mesmo repetiu-se à exaustão nos discursos, nos debates e nos programas veiculados no rádio e na tevê. Nada de novo no front da política local. As mesmas caras, os mesmos vícios, as mesmas desculpas, os mesmos interesses, antes encobertos pela hipocrisia, hoje escancarados pela evidência dos fatos.
Ganhe quem ganhar a eleição para prefeito em Rio Claro, sua população irá perder. Aliás, já começou a perder quando foram barradas candidaturas legítimas e que representavam um novo horizonte na política local como a do Dr. Euclides Jutkoski e a do Dr. João Walter, tirados da disputa, por incrível que pareça pelos seus pares e por motivos que iriam além, muito além da mesquinharia e da vaidade, se me faço entendido.
A oposição, dividida, e desprovida de projeto político, entregou de bandeja a eleição à situação quando impôs candidaturas que antecipadamente sabiam-se inviáveis por causa da bendita Lei da Ficha Limpa, que, por sinal, partiu da vontade popular, da sociedade civil organizada e não daqueles que a representam.
E mediante essa atitude suicida por parte da oposição, repito, se é que ela existe em Rio Claro, fica a pertinente e provocativa pergunta: Então entrou na disputa para perder? Que cada um tire suas conclusões.
Fica para daqui a 4 anos a esperança pela tão necessária e desejada renovação da política rio-clarense com o surgimento de novas lideranças, com mentes arejadas e comprometidas mais com os interesses da comunidade que aqui trabalha, estuda, consome e paga seus impostos. E menos com os interesses dos grupos políticos e econômicos aos quais pertencem e representam.
Os rio-clarenses, porque esta é a regra, a classe política que é exceção, são pessoas simples, cidadãos de bem que anonimamente faz muito mais pela cidade de Rio Claro que qualquer político ou candidato já fez ou fará. Resta-nos esperar. Mais 4 anos.

*Artigo publicado no site Guia Rio Clarohttp://www.guiarioclaro.com.br/materia.htm?serial=151008898 e no Jornal Diário do Rio Claro, edição de 4/10/2012, à pág. 2.