segunda-feira, 3 de junho de 2013

BICHO HOMEM

Não acredito no desaparecimento do livro no formato papel, mas em uma acomodação das várias mídias para atender às demandas do mercado que, não desaparecem assim, da noite para o dia, vão simplesmente desaparecendo ou adquirindo novos formatos.

Antes dos livros, as ficções eram publicadas nos jornais da época sob a forma de folhetim. Quando surgiu o rádio disseram quer ninguém mais leria jornais, o mesmo se deu em relação ao rádio com o advento da televisão, e desta, em relação ao computador pessoal.
De modo que há mercado pra tudo. Concluindo, e reiterando, acho que tudo irá se acomodar e ocupar o seu devido espaço.
A humanidade anda a passos de tartaruga, ela simplesmente é incapaz de transformações radicais. Porque talvez, em seu subconsciente carrega o sentimento de culpa por ser o maior predador do meio em que vive e pelo fato de jamais ter certeza de nada, nem de si mesmo, muito menos de seu destino.

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