domingo, 6 de outubro de 2013

CAOS CULTURAL

Vejam o nível de produção cultural, em seus vários segmentos que hoje se realiza no Brasil. Em nome da disseminação de uma cultura de massas, idealizada pelos mentores da Escola de Frankfurt, e colocada em prática de modo obstinado pelos governos socialistas que vem nas últimas décadas detendo e ampliando o poder político na América Latina, e no Brasil não é diferente, aos poucos foi sendo introduzida uma planejada decadência como jamais vista no campo das artes, sobretudo, na música, na literatura, no cinema e no teatro, o que já era previsível uma vez que o objetivo principal do marxismo cultural é destruir a cultura ocidental. Apenas eles se esquecem que o dinheiro vem de uma única fonte.

Parênteses: Na verdade, eles sabem disso, mas se utilizam da genialidade intelectual dos socialistas fabianos, aos quais estão à serviço, para, por meio dessas iniciativas, atingirem seus objetivos de poder político e a manutenção dele.
Sem falar nas artes visuais, sob o pretexto de aproximar das massas tais segmentos valiosos e indispensáveis à sociedade humana. As massas (esse termo é detestável mas aqui cabe), por sua vez, passaram a ter acesso e a produzir uma pseudocultura, uma arte denominada urbana, mas que não passa de uma pobre manifestação, sem raízes, sem razões que não a de entreter. Isso, em princípio pode soar como integração cultural entre as várias camadas sociais, objetivando a harmonia da sociedade, mas, em verdade, não passa de decadência e pobreza, porque, feito a educação, a alta cultura, aquela que de fato faz sentido e que pode transformar para melhor a sociedade humana em seus vários aspectos, ela tem característica irradiante: um indivíduo, no caso, um artista, faz algo bem feito, que de fato tenha sentido e valor, e por esse motivo, desperta a atenção de outros, de modo a atraí-los e motivá-los a fazer o mesmo, sem escaparem estes, contudo, da sujeição à seleção natural que sempre fará se estabelecer os melhores, consequência natural da meritocracia.

Mas a meritocracia demanda da parte de quem a ela se dedica, estudo, esforço, trabalho, aprimoramento, e isso não se obtém sem o pensamento, que vem antes da ação e que é um dos atributos sagrados do Espírito humano, livre e eterno. Todavia, o livre pensamento tem sido ao longo do tempo, obstinadamente varrido das escolas em todos os níveis, pelos governos subservientes a um poder econômico cujo único objetivo é aumentar seus lucros, e para isso, depende necessariamente de criar e cultivar uma sociedade consumista, alienada, autômata, e cada vez mais dependente de necessidades que, em verdade, não possui.  

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