sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

PARABÉNS, JESUS!

Está para ser lançado em breve, um livro que, baseado em manuscrito de 1500 anos, descoberto na Biblioteca Britânica, comprovaria que, Jesus teria se casado com Maria Madalena e tido dois filhos.  Novidade? Nenhuma.
Ao longo do tempo, tem se verificado a busca na descoberta de fatos ou evidências que coloquem Jesus em condição humana ao menos semelhante de qualquer mortal feito nós. Se ao que diz respeito à história o tema é palpitante, assemelha-se àquele outro que procura descobrir qual a data correta do nascimento de Jesus. Esses aspectos históricos e sociais a respeito do Cristo têm sua importância rebaixada à zero, se comparados aos ensinamentos morais os quais Jesus veio transmitir à humanidade, e que até hoje não foram aceitos e compreendidos devidamente em toda a sua profundidade. Porque, houvessem sido, e não teríamos guerras estúpidas, desigualdade social, tanta vida desperdiçada por causa de orgulho, egoísmo e futilidades.
Na verdade, se verificarmos bem, não será difícil deduzir que nem mesmo aqueles que a Jesus eram mais próximos, seus discípulos, sabiam maiores detalhes sobre a vida do Mestre, porque, para darem a ele uma feição mais próxima à humana que em nada corresponde à realidade, recorreram a mitos conhecidos, por exemplo, Mitra.
Jesus trouxe à humanidade, mais que a segunda revelação, a luz que faltava. Com sua presença entre nós, e seus ensinamentos, desfez-se as trevas. Sua proposta de amor incondicional e perdão para os homens, de semear o bem e a felicidade, hoje, para colhê-las, amanhã, afrontam o imediatismo humano, submisso à lei do menor esforço.
Jesus ensinou que cada qual deveria carregar sua cruz, ou seja, enfrentar a sua batalha por melhorar-se como ser humano e, por conseguinte, como espírito. Mas disse, também, que ele era o caminho e a vida.
Para o nosso bem e felicidade, Jesus é uma realidade em nossas vidas, de braços abertos para acolher a todos indistintamente, mesmo aqueles considerados irremediavelmente perdidos. E o ilustre Papai Noel, não!

A figura mítica do Bom Velhinho conquistou para si o dia 25 de dezembro na mente e no coração das pessoas. Jesus que conosco está os 365 dias do ano ainda luta por fazê-lo. E jamais desistirá. Eis o nosso maior presente de Natal.

*PUBLICADO NA EDIÇÃO DE 25/12/2014, À PÁG. 2, NO JORNAL DIÁRIO DO RIO CLARO.

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