sábado, 24 de dezembro de 2016

JESUS, GUIA E MODELO PARA A HUMANIDADE


Vivemos o Natal. E muitas pessoas se entristecem nesta época do ano, porque lamentam por aquilo que não tem e que não podem fazer. Ou porque se prendem ao passado. Choram por aqueles que já se foram. E algumas pessoas, ao vivenciarem esse tipo de situação, até se revoltam.
Para essas pessoas é preciso mudar a chave do entendimento e da percepção das coisas. Ou seja, ver e pensar diferente. Agir diferente. E, se necessário, adaptar-se às circunstâncias para melhor viver as situações.
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Aproveitemos essa época do Natal, para nos reconciliarmos com os nossos inimigos. Jesus, a respeito disso, nos recomendou, a nos reconciliarmos com nosso inimigo, enquanto estivermos a caminho com ele. E por que isso? Por que depois, talvez seja mais difícil. Nós, que acreditamos na vida após a morte, como nos sentiríamos sabendo que do lado de lá da vida, existe alguém que não tem simpatia por nós, que tem alguma diferença, alguma pendência conosco? “Perdoar, não sete vezes, Pedro. Mas setenta vezes sete”, ou seja, perdoar sempre.
Quando acontece o entendimento, o perdão, podemos ter certeza que, da inimizade momentânea, surgirá uma grande e eterna amizade.
E finalmente, vamos aproveitar o Natal, para buscarmos lá do mais fundo do nosso interior a bondade que já existe em nós. Em essência, todos somos bons, porque somos todos filhos de Deus, que é infinitamente bom.
Algumas vezes, devido a nossa falta de entendimento e de aceitação para com as coisas da vida, nós, momentaneamente, perdemos a fé, nos revoltamos, nos tornamos até violentos, agredimos o nosso semelhante, como se ele fosse culpado por nossas aflições. Mas esse não é o melhor caminho, não é a melhor decisão a tomar.
Jesus, o guia e o modelo para a humanidade, nos ensinou que devemos retribuir o mal com o bem. Deus, que é Pai de todos, vê e considera o nosso esforço, e sabe a medida de nossas forças.
Aproveitemos o Natal, para abraçarmos com carinho, nossos familiares e amigos. Para trazer ao nosso convívio, aqueles que sabemos, estão entregues à solidão. Para oferecermos ou buscarmos o perdão, para aqueles que, em algum momento, por algum motivo, nós nos desentendemos.
Nos preocupemos menos com presentes e comidas, e mais com a pessoa humana. Sejamos fraternos, através daquilo que todos temos e podemos oferecer: um sorriso, um abraço, uma palavra amiga, um minuto de atenção. Celebremos a vida junto daqueles que, de algum modo, fazem parte de nossas vidas.
Se nos acostumarmos a isso, nossas vidas serão melhores, e o mundo será melhor. Teremos Natal todos os dias. Porque nossas palavras, pensamentos, sentimentos e ações estarão se ocupando com coisas boas, positivas, elevadas. Nós estaremos vivendo numa sintonia humana e espiritual melhor que essa a qual nos encontramos.
Antes de lamentarmos por aquilo que por ventura nos falta, compartilhemos com aqueles que nada tem, o que já possuímos.
O aniversariante do dia, Jesus, ele não nos pede sacrifícios, e nada que esteja além de nossas forças e possibilidades, mas apenas, que, cada um de nós, faça a sua parte, com amor e humildade.
Revivamos o Cristo entre nós, lembrando que fora da caridade não há salvação. E a caridade só nos pede uma coisa: boa vontade em amar e servir.
*Publicado no Jornal Diário do Rio Claro, edição de 25,26/dez./2016, à pág. 12.

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